Category Archives: Music

Alter Ego – Rocker

Bem…esqueci-me completamente que tinha um blog! E até que tem a sua piada escrever aqui, só o tempo não permite que tal aconteça mais frequentemente.

Como essa coisa chamada tempo não dá para mais, vou “postar” mais músicas/produtores/estilos/coisas do que propriamente … outras coisas.

Os de hoje já são antigos, datam 1994. Leia-se antigos em comparação com os novos, os do séc XXI.

São eles Roman Flügel e Jörn Elling Wuttke, dois produtores Alemães que decidiram chamar Alter Ego ao seu alter ego.

Sózinho, Roman Flügel trouxe-nos a tão massacrada “Gehts Noch”. Juntos trouxeram-nos faixas como “Slaughterhouse” e  “The Evil Needle”, mas a razão pela qual os menciono aqui é mesmo “Rocker”. Uma faixa intemporal com a capacidade de levantar o ânimo de uma pista ao mesmo tempo que é capaz de nos fazer lembrar os primórdios do electro como o conhecemos hoje em dia.

Eu gosto, e já há alguns anos que a trago sempre na mala dos discos. Agora, tive vontade de relembrar.

ALTER EGO – ROCKER (2004)

Super Bock em Stock

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Super Bock em Stock é o novo festival lisboeta e o mais recente sucesso da Super Bock. Esta é a segunda edição do festival e o “upgrade” em relação à passada foi grande.  A primeira edição do Super Bock em Stock aconteceu em Dezembro de 2008 e contou com a participação dos The Walkmen, Lykke Li, Ladyhawke, Santigold, Deolinda, X-Wife e Rui Reininho, entre outros. Este passou-se em 5 salas diferentes ligadas pela Av. da Liberdade: Maxime, Tivoli, São Jorge, sala 2 do São Jorge, e Teatro Variedades. Este ano os festival conta com mais 3 espaços, o La Caffe, o restaurante terraço do hotel Tivoli e o parque de estacionamento do Marquês de Pombal.
Os nomes de este ano são ainda mais desconhecidos pelas massas, mas segundo a organização esse é o objectivo do festival, trazer música nova e segundo os mesmos, de qualidade.

O alinhamento é o seguinte:

4 de Dezembro

Teatro Tivoli
– The Legendary Tigerman
– Ebony Bones

São Jorge (sala 1)
– Voxtrot
– Wild Beasts

São Jorge (sala 2)
– Easyway
– Mikkel Solnado
– (vencedor Termómetro Unplugged)

Cabaret Maxime
– Wave Machines
– Blacklist

LA Caffe
– Frankie Chavez
– Os Quais

Restaurante terraço do Hotel Tivoli
– Federico Aubele
– Samuel Úria

Parque de estacionamento do Marquês de Pombal
– Orelha Negra
– Marcelinho da Lua
5 de Dezembro

Teatro Tivoli
– Little Joy
– Beach House
– Mazgani

São Jorge (sala 1)
– Patrick Watson
– The Invisible
– Os Golpes

São Jorge (sala 2)
– Piano Magic
– Oioai
– João Só e Abandonados

Cabaret Maxime
– The Juan MacLean (DJ set)
– Mocky

LA Caffe
– Pássaro Cego
– Luísa Sobral

Restaurante terraço do Hotel Tivoli
– Piers Faccini
– Noiserv

Parque de estacionamento do Marquês de Pombal
– Kap Bambino
– DJ Zé Pedro
– Pedro Ramos

Aqui ficam uns videozinhos para vos poupar a ida ao Youtube:

Legendary Tiger Man – Life Aint Enough For You

Ebony Bones – The Muzik

Voxtrot – Firecracker

Wave Machines – I Go I Go I Go

ORELHA NEGRA – LORD

Little Joy – Next Time Around

Patrick Watson – The Great Escape

The Juan Maclean – Give Me Every Little Thing

Noiserv – Bullets on Parade

KAP BAMBINO – Hey!

Em princípio não vou poder ir até lá mas aconselho este festival. Se pudesse estava la batidissimo! Não só pelas bandas mas também pelo conceito.

Por fim, um pedido de desculpas por tamanha ausência mas como disse no primeiro post, este blog só existe devido a algum excesso de tempo livre, tempo esse que nos ultimos tempos não existiu.

Até breve!

Cumps.

Oshitochi | Stuff!?

Fidget House | “A Joke That Went Too Far”

1238767307O Fidget House chegou em força, e parece que veio para ficar! (e ainda bem!)

Como definição temos:

“Fidget house is a style of house music that is defined by snatched vocal snippets, pitch-bent basslines and rave-style synth stabs over glitchy 4/4 beats.”

Parece simples, mas é talvez o estilo electrónico mais dificil de definir! Muitas vezes chamado de Maximal, Electro, Disco Electro, Italo Disco, French Electro, Techno, etc… A verdade é que a sua definição deixa muitas dúvidas.boys
Mas este não é um problema, antes pelo contrário, esta dificuldade em definir este estilo de musica fez com que este se transformasse em algo muito mais abrangente, e isto deu pernas para que “Fidget House” deixasse de ser um estilo de musica e passasse a ser o que é hoje em dia, um conceito! Adorado por muitos, criticado por outros tantos, a verdade é que o “boom” do fidget está aí e produtores/djs como Bloody Beetroots, Crookers, Erol Alkan, Switch, Jesse Rose, Proxy, Fake Blood, Boys Noize, Fukkk Offf, Hérve, entre muitos outros, começam a ser autenticas estrelas a nivel global no que toca a musica electronica.
Este termo surgiu como um brincadeira entra os produtores Switch e Jesse Rose:

“We came up with ‘fidget house’ as a joke, which has now gone a little too far. Switch, Trevor Loveys, Herve and myself all make and play ‘fidget house’, and although we all have different influences we are influenced by music that isn’t straight-up house, like hyphy and bali funk.”

Agora é usado para definir um vasto numero de estilos,  um vasto numero de dj’s, uma cultura urbana!
O termo Fidget é agora usado para temas de outros estilos com certas particularidades. As mais notadas são os pitch bends no baixo, o módulo de distorção ligado grande parte do tempo, pads vintage ou exageradamente “Phat” ou “Saw” e um groove que pode ir do funky ao rock sempre com batidas a 4/4.

A produção deste estilo musical fez com que muitas das máquinas mais antigas de produção voltassem a ser desejadas, e a sua utilização é por vezes bastante óbvia nas musicas do estilo.
Quanto à cultura associada ao nome, temos desde roupas a novos conceitos de festas, do design à própria publicidade!
Exemplos disso são por exemplo marcas como a Wesc que se associou a vários djs do estilo e começou a promover a sua marca através deles, enquanto eles propagavam um novo estilo criado pela marca.
A mistura do “hiphop” com o “rock” é uma vertente activa neste estilo e fez com que também começasse um novo conceito de festa em que o dj deixa de ser “só” o dj e passa a ser uma autentica banda, com grupos de fãs super dedicados e explosões de adrenalina a cada movimento seu.
Estes talvez sejam exemplos nem sempre verificados, e por vezes podem até parecer maus, mas a verdade é que este conceito “Fidget” trouxe um novo tipo de animação à noite. Uma noite em que a palavra “Festa” é o valor máximo a seguir.

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Até as noites “mainstream” já estã contagiadas por este “Fidget” um pouco por todo o mundo, e Portugal não é exepção.

Um bom exemplo é o tema “day and night”, Crookers.

Para os menos atentos, ficam aqui uns temas que podem sera incluidos na “cena” e que fazem qualquer um saltar até não poder mais!;)

Bloody Beetroots – Warp

Rage Against The Machine – Killing in the Name of (SebastiAn remix)

Fake Blood – Blood Splashing

Crookers – Knobbers

 

Beens – Rebels

Don Rimini – Ohow?


Espero que fiquem a gostar tanto como eu! 🙂

Cumps.

Oshitochi | Stuff!?

LCD Soundsystem

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LCD Soundsystem é um projecto musical do produtor James Murphy,  co-criador da DFA.
No que toca a estilos, LCD Soundsystem são chamados de electronic-punk, ou mesmo de disco-punk. Pessoalmente, chamo-lhes electrónica de qualidade!

Este projecto ao vivo conta ainda com:

  • Al Doyle – guitarra, percussão (dos Hot Chip)
  • J.D. Mark – guitarrra
  • Phil Skarich – baixo
  • Nancy Whang – synths(do projecto  The Juan Maclean)
  • Pat Mahoney – bateria
  • Tyler Pope – baixo (dos !!! )
  • Phil Mossman – guitarra, percussão

Após sucessos como “Loosing My Edge”,”Daft Punk Is Playing In My House”,”Tribulations”( da qual o Tiga fez um remix genial!) e “North American Scum”, surgem agora com um novo EP, “Bye Bye Bayou”,primeiro do próximo album. Este é um cover de Alan Vega dos Suicide e já pode ser ouvido aqui!

Como por enquanto não existe videoclip, deixo-vos aqui o clip “All My Friends”.

Cumps.

Oshitochi | Stuff!?